quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Oficina Sabores, Saberes e Fazeres: experiências femininas e patrimônio imaterial em São Miguel das Missões/RS

ESTA ATIVIDADE OCORREU NO MUSEU DAS MISSÕES, em setembro de 2011:

Metodologia: Voltada a mulheres residentes em São Miguel das Missões, a oficina tem duração prevista de 4 horas. Serão utilizados recursos metodológicos da história oral e da educação patrimonial para organizar as seguintes atividades:
A-     Parte Teórica:
1º – Roda de conversa sobre o patrimônio cultural imaterial, abordando conceitos ligados à temática (patrimônio cultural, história das mulheres, saberes populares etc) e mostrando exemplos concretos de valorização do patrimônio cultural imaterial (Registro do Ofício das Paneleiras de Goiabeiras).
2º – Apreciação do vídeo “Sou jovem, meu patrimônio é o mundo” e/ou vídeo “Paneleiras  de Goiabeiras” IPHAN , buscando dialogar a respeito das distintas visões sobre o patrimônio cultural.
B-      Parte Prática
3º – Atividade em grupo para o preparo de receitas, com o foco na valorização dos saberes e fazeres das mulheres participantes da oficina.
4º – Degustação de pratos típicos da culinária local preparados anteriormente pelas participantes da oficina.


SOU JOVEM, MEU PATRIMÔNIO É O MUNDO

Este vídeo foi produzido coletivamente por jovens da América Latina que participaram do Fórum Juvenil do Patrimônio Mundial, em julho de 2010, passando por quatro cidades do Brasil e uma da Argentina, visitando alguns dos Patrimônios da Humanidade. O resultado desta Residência Criativa foi apresentado na abertura da 34ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO, em 24 de julho de 2010.


VÍDEO

MUSEU DE RUA

ESPAÇOS MUSEAIS POPULARES: PROJETO ESPAÇOS MUSEAIS POPULARES
HOHENDRFF  - PAR...
:  O Projeto em andamento intitulado ESCOLA HOHENDORFF - VILA ...

"Da difícil arte de ocupar um lugar ao torná-lo lugar no mundo, lugar do mundo"


Em junho passado, assisti a uma apresentação no Encontro de Estudantes de Museologia que me deixou pensando sobre a relação Identidade e Território. Foi a da Michele Nóbrega ( http://lattes.cnpq.br/1195344983794254, https://www.facebook.com/che.nobrega), que tem um trabalho em São Leopoldo sobre Espaços Museais Populares. Michele é Doutora em Educação pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL). Graduada em Geografia Bacharelado; Geografia Licenciatura; e Mestre em Educação Ambiental, pela Fundação Universidade de Rio Grande (FURG).




Agora, preparando o próximo encontro do Construindo, as palavras da Michele voltaram na minha memória, estão no título desta postagem.

Principalmente depois de passar algumas horas dentro das Escolas Marina de Godoy, Alfredo Jacobsen, Sepé Tiarajú e perceber as diferenças.
Fiquei refletindo sobre as diferenças na experiência de ser "Camaquense"  no Bonito, na Vila Aurora, na Bandeirinha, na Santa Marta, na Getúlio. Nos percursos, nos deslocamentos. Na diferença entre ser pedestre, motorista, ciclista ou passageiro de transporte coletivo.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Identidade e Território

Oficina Mensal do Construindo a Cidade
Dia 30/09/2013, segunda-feira, das 08:00 às 15:30
 Auditório da SME, sobre a 
Relação entre Geografia e Identidade





quarta-feira, 10 de julho de 2013

O que são Ações Educativas?

OFICINA DE AGOSTO

Palestra sobre Ações Educativas
com Cláudia Feijó
Segunda etapa da Reunião de Avaliação

DATA: 09/08 
HORA: 09:30 - 11:30
LOCAL: Cine Teatro Coliseu





sexta-feira, 5 de julho de 2013

Planos, estruturas, relatórios...

Reflexões por ocasião da posse da nova diretoria do Núcleo de Pesquisas Históricas de Camaquã:

Pensando sobre as ações e realizações de 12 anos de atuação do Núcleo, refleti:
Ações são importantes. Realizações são ainda mais plenas. Trazem um sentido de dever cumprido, de objetivo alcançado.
Da mesma forma, podemos dizer que toda ação tem um impacto. Porém é inegável que ações coordenadas, planejadas, sistêmicas produzem maior impacto, geram transformações.
Uma pessoa produzindo ações poderá transformar outras pessoas. Mas um grupo de agentes em ação, coordenados, planejados, sistematicamente transformam uma cidade.
E sobre Núcleo, que se poderia dizer de um núcleo?
Que se poderia pensar de um núcleo? Que remeta a centralidade, que lembre ciência, curiosidade, pesquisa. Mas também se cria a imagem de uma estrutura. Orgânica, viva.
Assim como a cidade, que todos nutrem na mesma medida que dela se nutrem.
Entregando os relatórios de Ações e Realizações às instâncias administrativas estamos prestando contas e também construindo um relato, uma narrativa de percursos.
Os números contam as ações, dão conta dos recursos envolvidos, situam fatos.
Mas não dão conta de relatar a realização que é trabalhar narrando para as pessoas da cidade sua própria história.
Longa vida às pessoas que de alguma forma, em algum momento gravitam em torno desse núcleo em expansão.