quarta-feira, 23 de abril de 2014
Pensados a Tinta: E a leitura?
Pensados a Tinta: Chegamos ao fim da leitura?: Por: Eliana Rezende De novo sobre leitores e leituras. Instigando todos a pensar um pouco... Em "Utopia de um homem que está ca...
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Frascos
Nas oficinas sobre "Cheiros da História" temos falado sobre os vidrinhos esquecidos e encontrados e suas histórias. São frascos de remédio, de produtos de higiene e beleza, perfumes, tinteiros; diversos utensílios que nos trazem um testemunho de como eram as coisas em tempos passados. Sobre esse assunto, encontramos dois trabalhos de Jocyane Ricelly Baretta para consultar:
_FRASCOS DE REMÉDIOS: SEUS SIGNIFICADOS NA PORTO ALEGRE DO INÍCIO DO
SÉCULO XX.
_Beleza, vaidade e estética por meio da cultura material na Porto Alegre oitocentista
Abaixo algumas imagens extraídas desses trabalhos:
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Latinhas e industrialização dos alimentos
A HISTÓRIA DA COMIDA ENLATADA E SEUS DERIVADOS
Como a lata utilizada nas Oficinas "Cheiro de História".
Leia todo o trabalho de LIGIA MARIA DE AZEVEDO E SOUZA AQUI .
A comida enlatada é uma forma de aumentar o tempo de conservação dos alimentos através do seu acondicionamento apropriado em um recipiente geralmente produzido em metal. [...] Alimentos enlatados podem manter sua qualidade para consumo por até dois anos. [...] Os homens têm buscado formas de melhorar a conservação dos alimentos para que eles estivessem disponíveis em épocas de pouca produção ou em locais de difícil abastecimento. Segundo Lígia Maria de Azevedo e Souza, a primeira iniciativa que levou a criação da comida enlatada foi feita pelo francês Nicolas Appert em 1809 atendendo uma convocação do governo de seu país para levar comida em conservas para a frente de batalha durante o governo de Napoleão Bonaparte. Em 1932 - São criadas as latas em folhas de aço com abertura (fita retirada por "chave") ao longo da lateral das mesmas.
Leia todo o trabalho de LIGIA MARIA DE AZEVEDO E SOUZA AQUI .
Como era o Rio Grande por volta de 1864?
Herrmann
Rudolf Wendroth foi
um mercenário e artista plástico alemão que veio para o Brasil em
1851. Passou por Rio Grande, Pelotas, Porto Alegre, Rio Pardo,
Lavras, onde explorou ouro nas minas da região. Viajou por diversas
partes do interior do estado, fixando em aquarelas e desenhos os
tipos humanos locais e a paisagem urbana e natural, num documento
visual precioso daquela época, executado com grande sensibilidade
estética e por vezes mostrando uma veia satírica. Faleceu em torno
de 1860. a seguir algumas das imagens que ele fez.
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